Bem-vindo à nossa casa
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Hospedagem
•20/10/2026

Bem-vindo à nossa casa

Guest house na Praia do Preá/CE, a poucos minutos de Jericoacoara. Silêncio, café sob encomenda e três suítes. Conheça a Casa Mareser.

Entra. Pode deixar a mala por aí, sentar um pouco, tomar uma água. A casa é pequena, o vento costuma ajudar e ninguém aqui tem pressa. Sinta-se bem, e boas-vindas à nossa casa.

Esse é o primeiro texto do nosso blog. A gente quis começar contando quem mora aqui, de onde vem o nome e por que a casa é do jeito que é. Se você está pensando em vir para o Preá, talvez isso ajude a saber se combina com você e o que e quem encontrar por aqui.

Quem somos

A Casa Mareser fica na Praia do Preá, no litoral oeste do Ceará, a poucos minutos de Jericoacoara. Quem toca a casa são três amigos, Aline, Gutemberg e Júlia, que querem ter um lugar para viver no presente e futuro e dividir a morada com outras pessoas que tenham a nossa vibe.

O Gutemberg é designer, criou a marca e o conceito, e é ele quem recebe e opera a casa. Tem experiência com hotelaria, viagens e gastronomia, e uma paixão por música e servir que a gente nem tenta esconder. Não estranhe se a conversa na varanda passar por aí. Aline e Júlia são sócias e parceiras, cuidam da gestão, inovação, operação, financeiro e estratégias da casa.

O nome

Mareser tem muitas leituras, entre elas: Mar-e-ser: o mar como destino e a serra como origem. Mar-e-ser: estar no mar e a mente e corpo ser melhor. A gente gosta dessas duas e deixa as duas valerem e serem a base da nossa casa.

Da serra ao mar

A serra da Ibiapaba, no interior do Ceará, dita muito da nossa origem (Guto e Júlia). O Preá parece o contrário dela (e é morada da cidade da Aline, Cruz): fica na foz do rio Aracatiaçu, com vento forte o ano inteiro e uma maré que recua e avança sobre a areia branca duas vezes por dia. São dois lugares que dificilmente se encostam. Aqui, eles se encostam.

O símbolo da marca conta isso: uma onda que cobre o Chapadão. E tem base de verdade. Há indícios de que a Ibiapaba já foi fundo de mar, há cerca de 430 milhões de anos. Pesquisadores da UVA e do Museu Dom José encontraram marcas de invertebrados marinhos em rocha da região, e um bloco com esses vestígios, achado em Tianguá, está em exposição no Parque Nacional de Ubajara. Por isso a gente pergunta, meio de brincadeira: será que o sertão vai virar mar?

A casa

A casa foi se refazendo aos poucos. Passou mais de um ano fechada. Foi construída por volta de 2007 pelo mestre em inglês Bruno Guedes, pessoa a qual tivemos o prazer de conhecer e nos tornar amigos. Teve muito trabalho e muito reparo no começo, casa de praia fechada é delicada, e a gente manteve o que já existia o máximo que deu, porque a arquitetura original já tinha o que a gente queria: jeito de casa. As escolhas vieram da marca, e hoje, para quem vê de fora, parece que tudo foi planejado. Não foi, mas deu certo.

São três suítes, até a data deste post, todas com ar-condicionado, wi-fi, escrivaninha, banheiro privativo e lençóis de algodão 300 fios. Cada uma leva o nome de um pedaço do território de onde viemos:

  • Sertão, no térreo, de frente para a piscina. Cama de casal e uma de solteiro, até 3 hóspedes. O nome vem da vegetação seca e resistente da transição entre o sertão e a serra. Boa para família, como uma hóspede já contou.
  • Neblina, também no térreo, com cama queen para 2 hóspedes. Lembra a manhã fria da Ibiapaba, quando a bruma cobre a vegetação antes do sol.
  • Maré Alta, no andar de cima, com cama de casal, rede e até 3 hóspedes. É clara, tem varanda e vista para o pôr do sol e para o nascer do dia.
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Visão mais ampla da casa a noite

A ideia é que você sinta a casa como extensão da sua: a de um nativo, a da vó, aquela que sempre tem lugar para mais um.

Um lugar de pouco barulho

Tem gente chamando isso de low cortisol: um lugar onde você baixa o ritmo porque quase nada pede a sua atenção. A gente não repete muito o termo, mas é isso que quer que a casa seja, afinal sempre estamos sujeitos a um paredão de som ou vizinho indelicado com som alto. Mas, na prática, vem de hábitos simples que temos em nossas casas, e alguns viraram regra aqui da Mareser:

  • Nada de caixa de som ou som de celular.
  • Silêncio durante o dia e, principalmente, depois das 20h. A exceção são os dias de serviço, jantar ou evento.
  • Piscina aberta das 9h às 22h, sem comida e sem bebida dentro dela.
  • Só entra quem está na reserva.
  • Café da manhã no horário que você escolher, entre 7h e 9h.

Regra não é a parte mais charmosa de uma hospedagem, a gente sabe. Mas é ela que garante silêncio para quem chega cansado. O resto é vento, rede e vista.

Quem já passou por aqui

A gente prefere deixar os hóspedes falarem, apesar de a gente amar ouvir. Alguns trechos de avaliações que recebemos no Google:

"Chegamos na casa Mareser e fomos super bem recebidos! Espaço calmo, tranquilo e aconchegante. [...] No café da manhã, ao descobrirem que eu não tomava café, prontamente prepararam um delicioso suco. Ficamos muito felizes!"

O suco não faz parte do café da manhã, mas a ocasião resume o que a gente entende por cuidado: a hóspede não tomava café, alguém reparou, e o suco apareceu.

"Sabe quando você encontra o lugar perfeito? [...] Já imaginando a volta."

Nessa avaliação, a hóspede resumiu a estadia em três palavras: paz, equilíbrio e renovação.

"O ambiente é muito agradável, confortável e bem cuidado. [...] Tudo estava organizado e limpo, e nos sentimos muito bem recebidos. [...] Super recomendamos para quem procura um lugar tranquilo, aconchegante e com um ótimo atendimento."

Trechos de avaliações de hóspedes no Google.

O café, os passeios e o todo

O café é sob encomenda e muda todo dia, conforme o que tem. É servido buffet quando tem muita gente na casa. Pode vir pão local ou de forma, bolo caseiro, até três frutas da estação, café coado, expresso ou prensado, ovos mexidos, mini tapioca, cuscuz com manteiga, castanhas e sementes. Se você tem alguma restrição, avise antes que a gente se adapta. Para nós, o café da manhã pode ser um dos primeiros contatos com o amanhecer no Preá, então gostamos de fazer com calma.

Antes e durante a estadia, a gente fica por perto para tirar dúvidas e marcar passeios. Temos também o “enxoval mareser”: com ele, a gente consegue personalizar sua estadia, aprimorar seu café e incluir alguns serviços, como lavanderia. É um serviço à parte que precisa ser consultado e solicitado com 48h de antecedência.

Outra coisa em que a gente é muito bom é indicar locais e o que fazer aqui pelo Preá, incluindo a Barrinha. A gente conhece também bem Jericoacoara e tem locais de que gosta bastante, e gostamos sempre de indicar para quem fica aqui em nossa casa.

No que a gente acredita

Poucas coisas juntam tanta gente quanto comida, música e servir bem. E por trás de qualquer encontro tem muita gente envolvida, o que nos deixa atentos ao jeito de tratar as pessoas: com gentileza, com justiça e com cuidado no uso do que a gente tem.

Fica à vontade

Aceitamos reservas, preferencialmente de no mínimo duas noites, estadias longas e confraternizações pequenas, com menu e serviço exclusivo.

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Pergolado e hamacas à noite, no fundo da casa

E assim damos início à nossa presença aqui no blog da Casa Mareser e desejamos escrever sobre nossa visão de mundo, experiências e o que temos aprendido com hospitalidade através da nossa casa.

Se ficou alguma curiosidade, chama a gente no WhatsApp.

A casa está pronta para te receber. Sinta-se bem e boas-vindas.

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Um convite para sua conexão com o Preá.

Longe do barulho, perto da paz. Reserve sua estadia na Casa Mareser e viva o encontro entre a serra e o mar.
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